
Esses tempos assisti a excelente série Battlestar Galactica (o remake). É um tanto difícil definir a série que faz uma releitura de um clássico de Sci-fi para TV.
Essa é a versão 2.0 da nossa Boa da Semana. Aqui teremos mais pensamentos, comentários sobre quadrinhos e tudo mais que a gente achar legal, deixando o nosso boteco virtual um espaço cada vez mais democrático. Caso você ainda não conheça o Pop Balões, faça uma visita aqui: http://www.popbaloes.com



Nunca me considerei na crista da onda em nenhum assunto, mas confesso que sempre enxerguei Lost como um trem que eu tinha deixado passar na estação. Sempre havia a possibilidade de ver os DVD´s, mas nunca me aventurei exatamente, foi só depois de ver Fringe que comecei a pensar mais na série, já que elas têm o mesmo produtor: JJ Abrams.


Hoje é 1º de Janeiro e acho que é um ótimo dia para relembrar as descobertas do ano que terminou. O Diego já fez um post bem legal nesse gênero, então muita coisa acaba sendo repedida porque, mesmo a distância, a gente convive muito juntos e acha legal mais ou menos as mesmas coisas.
Assim, nem adianta muito falar de Big Bang Theory, um seriado que a gente adora e que está muito ligado com essa nova visão que as pessoas têm dos nerds. Acho que não precisaria falar da Blip.fm. Falei bastante dela aqui no blog, você deve ter visto os links do blip rolando aqui na lateral do blog, integrado no twitter e no rodapé da página.
Uma coisa que dá para dizer do Blip e do twitter é que são formas diferentes de se comunicar na internet e que aprendi a gostar muito. Você passa mensagens curtas para várias pessoas, acompanha o que as pessoas estão dizendo durante o dia entre outras possibilidades que ainda estamos apenas arranhando.
A blip.fm tem um algo a mais que é a possibilidade de se ouvir e comentar músicas. É uma forma diferente de “consumir” música, livre, orgânica, rápida, genial. Eu adorei a blip, fiz várias descobertas e acho que tem muito mais a descobrir ainda. Para citar algumas coisas novas que tenho ouvido graças a blip, tem a Ida Maria, Spoon e Mendonza Line.
Se você ainda não entrou nessa onda, me visite aqui na blip e aqui no twitter, crie sua conta e passe a me seguir.
Ainda sobre internet, uma boa novidade foi o lançamento do navegador do Google, o Chrome. Ele é um software que a princípio não parece ter nada demais, mas com poucos dias de uso você se afeiçoa e se vicia em suas funcionalidades.
Voltando para a TV, acompanhei os destaques nacionais nos canais pagos: 9mm e Alice. As duas séries bem produzidas dão visões contrárias sobre São Paulo. 9mm é uma história policial, pintando o que a de pior em uma São Paulo dominada pela criminalidade e a corrupção, enquanto Alice tenta criar uma visão apaixonante e glamurizada da agitada vida paulistana.
É claro que eu tenho que falar de quadrinhos nessa retrospectiva, mas isso leva a uma outra descoberta estranha... Esse ano foi o ano que eu descobri os antidepressivos, os psiquiatras, a terapia os florais e uma porção de outras coisas que eu nem acreditava, mas que tem sido muito importante para me recuperar.
Por conta disso acabei lendo poucos quadrinhos esse ano. Até li muitas revistas mensais da Marvel, mas, infelizmente, fiz poucas descobertas.
Por sorte, voltei a ativa a tempo de fazer uma das descobertas mais importantes do ano: Macanudo de Liniers (inclusive, “Coisas que se passam quando se está vivo” é um nome do blog de Liniers).

Graças ao meu amigo Eduardo Nasi eu já conhecia há algum tempo o trabalho do Liniers. Desde 2007 ele vem falando desse grande artista argentino para a gente, mandando tiras, comentando a qualidade superior do trabalho do cara e dizendo como seria importante vê-lo publicado no Brasil. Infelizmente, como meu espanhol é muito rudimentar, me aprofundei muito pouco nas tiras dele nesse meio tempo e só vim a conhecê-lo bem depois da publicação da Zarabatana.
No final das contas, Macanudo foi a melhor leitura que eu fiz em 2008 e acredito que, mesmo que tivesse lido muito mais coisas diferentes como gostaria, ele continuaria com esse status.
Nossa, quase que me esqueço de dizer que esse também foi o ano que eu descobri Sandman, mas acho que bloqueei isso da memória porque leva ao triste fato do encerramento das atividades da Pixel.
Como sobre o Batman já falamos exaustivamente, acho que é isso até onde a memória alcança.
2008 também foi um ano com bons amigos como a trupe do UHQ, o Adriano de Avance Moreno, o Flávio da Banca 2000, o Diego (meu irmão de cultura pop), entre outros. Um ano com muito amor com a minha querida esposa.
E no final, 2008 passou, como muitos outros anos, as coisas importantes serão registradas e lembradas e as bobagens insignificantes levadas pelos.
Agora é hora de começar os projetos novos para 2009 e se prepare, porque eles são bem legais.



Ontem eu me lembrei de uns textos bem legais que eu li faz um bom tempo de um cara chamado “Adolar Gangora”. Esse figura tem dois textos famosos ligados a música, um é uma análise comportamental sobre a música Eduardo e Mônica e o outro é um conto chamado “Como me fudi no show dos Los Hermanos” (são longos, mas valem muito a pena).
Os dois textos são absurdamente engraçados e garantiram uma fama mítica para o pseudônimo que vem sendo reproduzido por aí sem a maior parte das pessoas saber quem ele é. Para se ter uma idéia, os dois textos já foram adaptados para teatro, o segundo pela global Fernanda Torres, que teve um bom trabalho para encontrar o rapaz.
Ontem quando eu me lembrei disso, dei uma busca no Google e achei um site do cara com o texto dos Los Hermanos e alguns vídeos. Vamos ver ele publica mais algumas coisas.
Mudando totalmente de assunto, viram ontem o CQC? Preciso registrar aqui a conversa entre Danilo Gentilli e Antônio Fagundes:
D: Minha mãe é doida para dar para o senhor.
F: Ah é, qual a idade dela?
D: 55.
F: É uma boa faixa.


No seu 18° aniversário, Aaron Corbett descobriu poderes incomuns passou a ter umestranho sonho sobre o fim do mundo. Um sem-teto chamado Ezekiel, que alega ser um anjo, conta a Aaron que ele é um Nephilim, metade humano, metade anjo, e que os Poderes, um exército de anjos, estavam vindo para destruí-lo.No começo, Aaron não acreditava que havia sido jogado no meio de uma batalha de séculos entre os Poderes e os Caídos, um grupo de anjos que havia sido banido do céu. Mais do que isso, ele descobre ser a peça chave de uma profecia, o Redentor, um Nephilim único com o poder de perdoar todo e qualquer pecado, inclusive redimir os Caídos e permitir que eles voltem para o céu.Assim ele parte em uma jornada redimindo Caídos e tentando descobrir seu verdadeiro passado e futuro.

Esses dias fiz uma boa descoberta no canal AXN e outra melhor ainda no site deles. Na verdade o que aconteceu foi o seguinte: o blog do Trevisan, aquele da Dragão Brasil e mais um monte de coisas bacanas, fica nesse box aí na lateral integrando a nossa blogosfera. E, pelo Laboratório do Dr. Careca, eu descobri que iria passar o curta Landau 66, com roteiro do Trevisan, no Axn.
Fui conferir e de quebra acabei vendo mais dois curtas muito legais.
Participam do Festival somente curtas-metragens latino-americanos e entre os diversos inscritos, os dez melhores foram selecionados para serem divulgados pelo canal AXN e os três grandes ganhadores receberão alguns prêmios.
Mas independente disso, para nós que não somos do meio do cinema e, sim, telespectadores, o legal é assistir esses curtas que são muito bons. No dia que passou Landau 66 pude assistir Verano 79, que me cativou logo de cara com uma história de amizade muito interessante, e Libre.
Eu sei que deveria estar torcendo para o Dr. Careca, e estou, além da vitória que já foi ser selecionado espero que ele ganhe um dos prêmios, contudo, para mim o melhor dos curtas é esse Venezuelano Libre.
Ele é um filme muito lúdico e muito bem montado sobre como podemos prender as pessoas, mas nunca a mente e a imaginação delas. Além da história, da moral da história que é muito bonita o curta é cheio de pequenos detalhes como a movimentação dos atores nas cenas, sempre eqüidistantes.
Enfim, Libre acabou me conquistando.
A boa notícia do post é a descoberta que eu fiz no site. No hotsite do Festival é possível assistir na integra os dez curtas. A única questão é que depende ou de uma conexão bem rápida ou de um pouco de paciência para carregar os vídeos, pois apesar do frame pequeno, não sei o que a AXN fez, mas manteve a qualidade alta do vídeo e deixou a velocidade para o acesso um pouco penoso.

