segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Será Q é isso?

O Q acontece quando você decide ser você mesmo?

O Q acontece quando você para de fingir ser como todo mundo espera que você seja?

O Q acontece quando todo caminho que você trilhou te leva exatamente para onde você sempre quis mas quase niguém consegue exergar dessa forma?

Será Q com grandes poderes vêm grandes responsabilidade ou com mais poder só percebemos o quanto somos pequenos?

Talvez seja isso que aconteça...

2 comentários:

Junior disse...

Começou a semana introspectivo, hein Zé???
Não agradamos todo mundo e nunca agradaremos.
E o nosso caminho é trilhado através do nosso livre arbitrio, mas esperar que as pessoas nos enxergem como gostaria que enxergasse é uma ilusão.
Cada um tem seu mundo....
E o importante é ser feliz consigo mesmo...o resto é resto...
Conheça a ti mesmo...como disse o filosofo..

Amalio disse...

Além disso, a grande libertação de uma vida é quando deixamos de nos preocupar com o que os outros pensam e agimos verdadeiramente. Sem querer ser religioso ou repetidor de doutrina, mas Jesus já havia ensinado isso há mais de 2.000 anos. Quem se libertou de tudo e de todos e que tem uma mensagem que perdura até hoje como a de Jesus? Obviamente que ele pagou com a própria vida por dizer o que pensa, mas quem assistiu a Última Tentação de Cristo, sabe que no final valeu a pena. Existe um exemplo, um pouco controverso, no universo que a gente curte, que é o do barbudo Alan Moore. Infelizmente algumas coisas não deram certo no meio do caminho, como a Editora Mad Love e ele teve que fazer uns trabalhinhos na Image para poder comer, mas nem por isso deixou de expressar sua opinião sobre a indústria e de fazer obras diferenciadas, a despeito da última declaração do "gênio" Rob Liefeld, dizendo que ele (Moore) só pensa em dinheiro. Eu mesmo procuro por essa libertação, mas ainda não consegui totalmente, é um caminho árduo e difícil, mas que deve ser trilhado todos os dias. Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades, acompanhadas de uma solidão que ninguém pode compreender.