segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Mais do mesmo

Sempre que eu leio uma história (entendendo esse leio de uma forma mais lato senso abrangendo filmes, peças e outras n mídias que existem), eu busco algo diferente.

Eu valorizo muito uma arte inovadora, uma narrativa peculiar, uma releitura inteligente. Gosto do chamado "viés" diferente em tudo que acompanho.

Nossa vida em geral é um pouco comum. A rotina é inevitável, então, pelo menos o entretenimento tem que trazer algo novo, acrescentar.

Não vejo graça em um artista perfeitamente técnico, mas que você nem consegue olhar para o trabalho dele e lembrar seu nome pois ele é igual a 200 ou 300 artistas que vieram antes ou são contemporâneos à ele. Não quero ler uma história que siga uma fórmula pré-determinada de sucesso.

É por isso que muitas vezes me desanimo com super-heróis. Hoje mesmo tenho uma pilha de 7 revistas mensais para fazer resenhas e não tem nada de novo nelas, nada que as destaque, nada que me faça lembrar delas daqui a uma semana, imagina daqui a 10 anos...

é uma pena...
PS.: Pra não dizer que nada nada salvou, gostei de Justiceiro o Fim que saiu em Justiceiro Anual 2. A história em si não é grande coisa, mas o final da vida do personagem é ótimo.

Um comentário:

Amalio disse...

Sabe uma das melhores coisas que eu fiz este ano, trocar um monte de gibis que estavam entulhados em casa e que eu não leria novamente nos próximos dez anos, por gibis que estava jogados num sebo aqui de Franca. Olha só o que eu consegui: Corto Maltese - Sempre um Pouco mais Distante e A Balada do mar Salgado, Madman, Nexus, O Traça, Ultra - Sete Dias, Tom Strong: O Ataque das Formigas Gigantes e Mas Ele Diz que me Ama. Falta ler só os Corto Maltese e Tom Strong (vou esperar para comprar os da Devir e ler na seqüência). Me senti mais satisfeito do que em ler os mensais da Panini, que aliás não compro mais desde dezembro.